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Centro de Documentação do PNPG


Organização e gestão do PNPG


A gestão do PNPG enquadra-se actualmente na nova orgânica do ICNB, que agrupa as diversas Áreas Protegidas e Classificadas em departamentos de gestão territorial.

Assim, o PNPG é gerido pelo Departamento de Gestão de Áreas Classificadas do Norte em conjunto com o Parque Natural do Alvão, o Parque Natural do Douro Internacional, o Parque Natural do Litoral Norte e o Parque Natural de Montesinho.

Pode consultar aqui o Organigrama do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas do Norte (DGAC-Norte)


Objectivos do DGAC-Norte para 2010:


1. Concluir o Relatório de Ponderação do Plano de Ordenamento do PNPG e elaborar o Plano de Ordenamento do Azibo;
2. Concluir o Projecto de Monitorização da Biodiversidade;
3. Certificar a gestão florestal da Mata Nacional;
4. Colaborar na modernização do SIPNAT;
5. Desenvolver e implementar um Programa de Fogos Controlados no âmbito da Prevenção de Fogos Florestais;
6. Desenvolver e implementar um Programa de Visitação das Áreas Protegidas;
7. Emitir dentro do prazo legal 95% dos pareceres que são solicitados e reduzir em 10% o tempo médio de resposta;
8. Fiscalizar 5% dos pareceres condicionados ou negativos emitidos;
9. Aumentar o n.º de horas de visitação e garantir a vigilância de todas as Áreas Protegidas.


Dados frequentemente solicitados sobre o PNPG:

Número de visitantes do PNPG

Número de visitas guiadas ao PNPG

Dados sobre a população residente no PNPG:

- população em 2001: 11 046 habitantes
- variação percentual 1991/2001: -14,1%

- habitantes por km2 em 2001: 13,8

- aglomerados com população residente em 2001: 86

A população residente no PNPG é maioritariamente feminina, com fortes traços de envelhecimento e tem decrescido consideravelmente nas últimas décadas, fruto de fluxos migratórios negativos e de baixas taxas de natalidade.

Esta população apresentava tradicionalmente graus elementares de escolaridade, marcados por um elevado insucesso escolar e por uma acentuada tendência para o abandono precoce, o que tem vindo a mudar progressivamente com o aumento da escolaridade obrigatória (9.º ano) e a melhoria geral das condições de vida do território e do país.

De uma população que se ocupava fundamentalmente da agricultura e da pecuária e que, ao longo dos anos foi vencendo o isolamento do meio hostil da serra através de uma actividade marcada por uma cultura comunitária de inter-ajuda e de aproveitamento de todos os recursos naturais existentes, começa a passar-se para o desenvolvimento de alguma indústria (sobretudo de produção, abate, transformação e comercialização de produtos de carne de raças autóctones), de silvicultura e também de construção civil, (sobretudo para benefício da própria população).

O sector dos serviços tem vindo também a desenvolver-se em áreas como o turismo, nomeadamente o turismo de Natureza, bem como a hotelaria, a restauração e o comércio a retalho de bebidas, produtos alimentares e outros produtos.