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PONTOS DE INTERESSE

Centro de Interpretação
da Reserva Natural do Paul do Boquilobo

Ponto de partida para o percurso pedestre. Poderá também ver uma exposição permanente e visionar um filme sobre esta Área Protegida.

Observatório

A partir deste observatório, poderá reconhecer as diferentes espécies que existem nesta Área Protegida, sendo a melhor época para tal desde o inicio do Outono ao final da Primavera.

Colónia de Garças

Na Primavera forma-se uma importante colónia de garças e colhereiros, vindas em parte de África, para se reproduzirem nesta zona.

Salgueiral

Comunidades vegetais mais frequentes desta zona húmida, que revestem as principais linhas de água.

Campos agrícolas

A fertilidade dos terrenos de aluvião permite uma agricultura intensa e rendável sendo especialmente dominada pelo milho para grão.

Quinta do Paul do Boquilobo

A Quinta do Paul do Boquilobo pertenceu à Ordem dos Templários e à Ordem de Cristo. Em 1432 foi doada em sesmaria por D. João I ao Infante D. Henrique, que a cedeu a D. Fernando Castro. Do aproveitamento recente (século XX), sabe-se que no tempo em que D. João de Noronha (anos 50 até meados da década de 60) tomou os terrenos por sua conta terão dado milho, tomate e melão. Uma vez arrendada a Ricardo Mendes Gonçalves (mais conhecido por Cristo), este explorou o bunho, junca (que serve de atador nas vinhas), tendo ainda cultivado searas de tomate, melão e milho. Desde a década de 70, data de início da gestão do Sr. Ortigão Costa a Quinta passou a produzir quase em exclusivo o milho.

Quinta de Mato Miranda

A Quinta de Mato de Miranda foi uma das propriedades da Casa de Rio Maior,  da  qual  é  descendente  o  actual  proprietário, Engenheiro João Vicente Saldanha - Marquês de Rio Maior. A Quinta esteve arrendada a João Coimbra até início dos anos 20. O arrendamento não foi renovado e o proprietário, avô do Sr. Marquês, inicia a administração directa da Quinta. Entretanto o tio do Sr. Marquês, José Pedro, forma-se em Agronomia, e a primeira decisão foi fazer uma vinha, vinha essa situada à entrada da Quinta.
A Quinta de Mato de Miranda na altura tem apenas o celeiro, já muito antigo, à entrada do qual, na verga da porta, ainda se inscrevem os seguintes dizeres: Conde de Rio Maior 1877. Na época o grande local e centro de lavoura era a Quinta de S. João da Ventosa, local no qual terá havido um palácio. Essa casa terá ardido e só lá terão ficado os escombros e a Capela, que não ardeu porque era separada da casa.

Quinta da Broa

Antigamente denominada por Quinta do Almonda, que teria pertencia à família de Zarco da Câmara, esta quinta foi adquirida no século XIX pelos irmãos Manuel e Rafael José da Cunha. Este último conhecido pela sua prosperidade e generosidade em oferecer broa aos necessitados fez com que a Quinta do Almonda ficasse conhecida até hoje como Quinta da Broa.