1. Faro: antes de iniciar o percurso subir ao miradouro de Santo António do Alto, possibilidade de observar a cidade e vasta panorâmica sobre a ria.
2. Olhão: curiosa cidade cuja parte antiga parece ter sido trazida do Magrebe; interessantes exemplos de tipologias construtivas e formas de urbanismo de pendor mourisco. Muitos dos seus habitantes vivem da Ria - pesca e recolecção de bivalves - bem como da pesca na costa ocidental de Marrocos.
3. Centro de Educação Ambiental de Marim: este Centro de Educação Ambiental (superfície 60 ha) alberga também a sede do PNRF e nele se podem visitar o moinho de maré de Marim, um canil destinado à recuperação do cão de água português, vestígios arqueológicos, habitações tradicionais recuperadas... tudo, num espaço restrito representativo dos componentes naturais mais significativos desta Área Protegida.
Existe percurso de interpretação da natureza, fácil, circular.
4. Torre de Aires: numa zona de grande diversidade paisagística, a Torre de Aires é um dos últimos redutos existentes de um sistema defensivo contra a pirataria moura que assolava a costa algarvia. Este monumento, recentemente recuperado, integrava um sistema mais vasto de torres de vigia espalhadas ao longo do litoral.
5. Tavira: uma das localidades mais interessantes do Algarve com vestígios da presença romana e árabe. Cidade atravessada pelo rio Gilão (denominado Séqua até chegar à ponte romana), desembocando na ria através de um canal entre sapais e uma restinga de areia. Em termos arquitectónicos, reparar nos característicos telhados de tesouro, com as suas quatro águas bem inclinadas.
6. Cacela Velha: Localizada na área protegida, a aldeia de Cacela está classificada como Imóvel de Interesse Público. O importante papel de Cacela «a Velha» na História Regional, torna-se patente pela antiguidade dos achados arqueológicos e no valor patrimonial do conjunto edificado. Dominando o Oceano, o baluarte de Cacela constituiu, desde o período romano, um ponto de vigilância e defesa da orla costeira algarvia.