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PERCURSOS RODOVIÁRIOS

SUGESTÃO DE PERCURSOS NO PNTI

Percursos Rodoviários (Automóvel)
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1º Circuito – “Á Descoberta da Região Tejo Internacional"

 




(Castelo Branco – Malpica – Monforte – Cegonhas – Soalheiras, Rosmaninhal, Segura, Salvaterra do Extremo, Zebreira, Ladoeiro, Escalos de Baixo e Castelo Branco), que possibilita ligação a duas rotas pedestres no concelho de Idanha-a-Nova (freguesias de Segura e Salvaterra do Extremo: “Rota dos Fóssies” e “Rota dos Abutres”, da responsabilidade da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova.
 

Ponto de Partida/Ponto de Chegada: Castelo Branco
Extensão: 156,70 km
Duração: 3 horas
Dificuldade: Reduzida
 

Locais a Visitar
 

1 – Rio Ponsul: afluente da margem direita do rio Tejo, o rio Ponsul nasce na Serra do Ramiro, a uma altitude de 650m, no concelho de Idanha-a-Nova. É apontado como um dos principais locais de alimentação da cegonha-preta Ciconia nigra na região: a base da alimentação desta ave é constituída por crustáceos, anfíbios e pequenos peixes.
 

2 – Capela da Senhora das Neves: encontra-se envolvida por uma paisagem profundamente humanizada e precedida por um cruzeiro em pedra. Realiza-se aqui anualmente uma festa e romaria a 5 de Agosto. Segundo a lenda local a localização original de Malpica o Tejo situava-se próximo da ermida de Nossa Senhora das Neves.
 
3 – Montado: agroecossistema que apresenta elevada diversidade biológica devido à grande heterogeneidade presente, servindo de habitat de reprodução e/ou alimentação a muitas espécies protegidas como a águia-de-Bonelli Hieraaetus fasciatus, o abutre-preto Aegypius monachus e o gato-bravo Felis silvestris.
 

4 – Ribeira do Aravil: as galerias de salgueiro Salix salvifolia que ladeam esta linha de água são típicas de cursos de água mediterrânico-iberoatlânticos com regimes de forte estiagem. Serve de habitat a mamíferos como a lontra Lutra lutra, a répteis como o cágado-mediterrânico Mauremys leprosa, a peixes como o Barbo de Steindachner Barbus steindachneri.
 

5 – Aldeia do Rosmaninhal: destaca-se a igreja matriz; a capela de São Roque com o cruzeiro de granito com a imagem de Cristo crucificado; a capela do Espírito Santo datada de 1620; o pelourinho decorado do lado Norte com a esfera armilar, do lado Sul com as armas reais, do lado Este com a cruz de Cristo e do lado Oeste com as armas locais.        
 

6 – Marco Geodésico do Cabeço Alto: avista-se a paisagem agrária tradicional desta região composta de três elementos: a) a policultura tradicional com olival e horta; b) a policultura tradicional, onde domina a cultura cerealífera de sequeiro, estreme ou associada ao olival; c) o montado, terrenos incultos, pastoreio e culturas arvenses/pousios em sistema de afolhamento.
 

7 – Rosmaninhal: mato de baixo porte que vegeta sobre solos esqueléticos de xisto, extremamente pobres, dominado por rosmaninho Lavandula stoechas. Esta espécie aromática, que floresce de Fevereiro a Julho é, por vezes, utilizada para fins ornamentais; as suas características excepcionalmente melíferas permitem a produção de mel de rosmaninho.
 

8 – Canhão Fluvial do Rio Erges: constituído por três gargantas consecutivas resultantes dos efeitos da erosão das águas do rio Erges. Este canhão fluvial – o maior afloramento rochoso de origem granítica na região do Tejo Internacional – corresponde a um importante local de nidificação e de repouso para várias espécies de aves necrófagas e rupícolas..
 

9 – Azinheira Quercus rotundifolia: é uma árvore de folha perene típica do clima mediterrânico caracterizado por ter um “Verão sem chuva, solarengo e quente, em alternância nítida com uma estação fresca durante a qual se sucedem desordenadamente os dias de chuva e as abertas”.
 

10 – Castelo Medieval de Peñafiel: encontra-se construído no cimo de um afloramento escarpado de constituição granítica, tendo como vista panorâmica o canhão fluvial do rio Erges. Em tempos, foi português, tendo passado para a administração espanhola aquando da definição das fronteiras entre os dois países.

 

11 – Ponte da Munheca:


12 – Carvalho-negral Quercus pyrenaica: é uma árvore marcescente de folhas cinzentas recortadas que pode atingir 25 a 30 m de altura. A copa é ovóide com ramos ascendentes, tornando-se mais ampla e arredondada com a idade. O fruto é uma bolota que pode atingir entre 1,5-4,5 cm de comprimento. Esta espécie é usada em tanoaria, marcenaria e carpintaria.   
 

 

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2º Circuito – “Á Descoberta da Região Oeste do Tejo Internacional”

(Castelo Branco, Cebolais de Cima, Monte Fidalgo, Barragem de Cedilho/Monte Fidalgo, Monte Fidalgo, Lentiscais, Monforte da Beira, Ladoeiro, Escalos de Baixo e Castelo Branco)



 

Ponto de Partida/Ponto de Chegada: Castelo Branco
Extensão: 101,23 km
Duração: 2 horas
Dificuldade: Reduzida
 

Locais a Visitar
 

A – Esteval: comunidade dominada por esteva ou xara Cistus ladanifer primordialmente associada a solos de xisto depauperados e de pedregosidade superficial evidente, em locais de elevada exposição solar. São parasitadas por coalhadas ou pútegas Cytinus hypocistis.       
 

B – Aproveitamento Hidroeléctrico de Cedilho/Monte Fidalgo: a construção teve início em 1978 na confluência do rio Sever com o rio Tejo. A cota de nível de pleno armazenamento desta albufeira situa-se nos 115 m, sendo a capacidade máxima de armazenamento de 206 hm3.           
 

C – Ponte sobre o Rio Ponsul: os locais de maior pendente encontram-se revestidos de vegetação natural, tendo muitos cimos de encosta e cumes sido reconvertidos em povoamentos industriais de eucalipto-comum Eucalyptus globulus.

D– Montado de Sobreiro:, com uma área de 700 mil hectares de montado de sobro Quercus suber, Portugal Continental é responsável por mais de 50 % da produção mundial de cortiça. É a única espécie florestal do mundo produtora de cortiça com utilização industrial.


E - Ponte da Munheca

F– Carvalhal: a presença de solos derivados de um substrato granítico, retentores de maior humidade, permite a instalação de bosques de carvalho-negral ou carvalho-pardo-das-Beiras Quercus pyrenaica interconectados por pastagens naturais.
 

 

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3º Circuito – “Á Descoberta da Região Este do Tejo Internacional”
 
(Idanha-a-Nova, Ladoeiro, Cegonhas, Rosmaninhal, Segura, Zebreira e Idanha-a-Nova).


 

Ponto de Partida/Ponto de Chegada: Idanha-a-Nova
Extensão: 94,40 km
Duração: 2 horas
Dificuldade: Reduzida
 

Locais a Visitar
 

I – Montado: formação vegetal criada pelo Homem resultante do corte das árvores de um antigo bosque de azinheiras Quercus rotundifolia e/ou sobreiros Quercus suber e da limpeza de grande parte do estrato arbustivo.
 

II – Ribeira do Aravil: nasce na Serra da Murracha, a uma altitude de cerca de 440 m e tem um comprimento de 49,9 km, com uma sinuosidade fraca que se acentua na sua parte terminal. Desagua na margem direita do rio Tejo entre os marcos geodésicos de Linhares e Samarrudo.
 

III – Retamal: formação arbustiva de porte alto predominado pelo piorno amarelo Retama sphaerocarpa que se distribui pelos enclaves de solos profundos e melhor conservados do Parque Natural do Tejo Internacional, particularmente as arcoses da Beira.
 

IV – Marco Geodésico do Cabeço Alto: vértice geodésico de primeira ordem que se situa na freguesia do Rosmaninhal a uma altitude de 403 m acima no nível do mar. Deste local é possível avistar o relevo típico da região do Tejo Internacional.
   
V – Tamujal: matagal ripícola alto com poucas árvores em zonas de forte estiagem, dominado por tamujo Flueggia tinctoria encontra-se bem representado e bem conservado no interior do Parque Natural do Tejo Internacional.